OZONIOTERAPIA

 

 

 

  O QUE É  A  TERAPIA COM O OZÔNIO?

Uma das maiores descobertas da história, esta é uma técnica terapêutica que utiliza a aplicação de uma mistura dos gases oxigênio e ozônio; ou seja, o ozônio medicinal. Usada no tratamento de um amplo número de patologias, a Ozonioterapia pode ser aplicada de modo isolado e complementar.Há séculos utilizado por países desenvolvidos e com benefícios comprovados por inúmeros estudos, o ozônio tem excelentes propriedades medicinais, como:

– Anti-inflamatórias
– Antissépticas
– Modulação do estresse oxidativo
– Melhora da circulação periférica e da oxigenação

Muito além da medicina, o ozônio torna-se indispensável para aplicações em diversas áreas.

Considerado um dos oxidantes naturais mais potentes e também um poderoso germicida, pode ser utilizado em:

  • Processos industriais
  • Tratamento de águas
  • Produção de alimentos
  • Tratamentos estéticos
  • Produção de gases e efluentes

Formando uma camada protetora que age como um filtro da energia ultravioleta (UV), o ozônio é um dos gases mais importantes na estratosfera que cerca a Terra.

Seja na medicina ou em nosso planeta, o ozônio tem a mesma função: proteger a vida.

 

A COMPOSIÇÃO DO GÁS OZÔNIO

O ozônio é a forma triatômica do oxigênio, enquanto este último é normalmente encontrado em sua forma diatômica (O2). O ozônio forma-se quando as moléculas de oxigênio (O2) se rompem e os átomos separados combinam-se individualmente com outras moléculas de oxigênio.

OUTRAS CARACTERÍSTICAS

Pode ser formado naturalmente, pela ação dos raios UV ou pelos geradores de ozônio, que convertem O2 em O3. O ozônio (O3) é um gás bastante reativo e altamente instável; ou seja, logo se recompõe a oxigênio (O2).

UM  POUCO  DA  HISTÓRIA

 

1840

O gás ozônio foi descoberto pelo pesquisador alemão Dr. Christian Friedrich Schoenbein, que observou um odor característico quando o oxigênio era submetido a uma descarga elétrica. E, pela frequência sistemática com que isto ocorria, o chamou de “ozein”, que em grego significa “aquilo que cheira”.

 

1857

O físico Dr. Werner Von Siemens desenvolveu o Gerador de Alta Frequência, aparelho que forma o gás ozônio em átomos de oxigênio por meio de descargas elétricas.

 

1914-1918

Durante a 1ª Guerra Mundial, médicos alemães e ingleses utilizaram o ozônio para tratamento de feridas em soldados, conforme já publicado na revista THE LANCET, nos anos 1916 e 1917.

Desde o século XIX, a Ozonioterapia médica era usada na Alemanha, inicialmente para combater a ação de bactérias e germes na pele humana.

 

1935

Erwin Payr, importante cirurgião austríaco e professor em Leipzig, experienciou o tratamento com ozônio por seu dentista, E. A Fisch, e apresentou uma publicação de 290 páginas intitulada “O tratamento com ozônio na cirurgia”.

Este foi o início da Ozonioterapia que conhecemos hoje. A ausência de materiais adequados e resistentes à oxidação – como plásticos para aplicação local de ozônio em feridas, ou insuflação retal do gás – tornava sua utilização complicada, razão pela qual foi esquecida durante um tempo.

 

1975

No Brasil, o médico Heinz Konrad iniciou a prática em sua clínica em São Paulo, e com ela trabalha até hoje. Em meados dos anos 90, Dr. Edison de Cezar Philippi (in memorian) introduziu a prática em Santa Catarina e difundiu a Ozonioterapia em inúmeros cursos e congressos.

1979

Hans H. Wolff dedicou sua vida à pesquisa e à aplicação do ozônio. Em 1979, um ano antes de sua morte, publicou seu livro “O Ozônio Medicinal” – no qual apresenta sua pesquisa e prática médica do uso do ozônio. Ele fundou a Sociedade Médica Alemã de Ozônio, posteriormente renomeada Sociedade Médica para Aplicação Preventiva e Terapêutica do Ozônio.

 

UMA  VOLTA  PELO  MUNDO

 

Reconhecida pelo Sistema de Saúde de nações mundo afora, a Ozonioterapia é praticada há várias décadas nos 5 continentes. Seus benefícios comprovados são tantos que, na Alemanha, este procedimento médico faz parte dos tratamentos pagos pelos seguros-saúde do governo.